histórias

Milton Hatoum: “O porto é um lugar uterino, onde abriga as nossas origens” 

Os que tentam descrever a migração convivem com o permanente desafio de trazer para o campo do simbólico aquilo que está sempre aquém na razão das palavras. Quem foi ou é migrante raramente sente que o descrito aos outros explica todo o vivido. Aquela ‘essência’ é guardada somente consigo, nas lembranças pessoais, nas nostalgias e afetos experimentados pelos olhos e pela carne.

Redescoberta

A primeira a chegar foi a preocupação com a sobrevivência – como ser camelô que vive do turismo no calçadão da praia de Copacabana em meio à pandemia? Afinal de contas, somos 3, somos 4, somos muitos. Como fazer para… Leia mais ›